sábado, 6 de julho de 2013

Resenha de livro: A culpa é das estrelas

Postado por Mikaela Gonçalves às 14:55 0 comentários

Vamox todo mundo matar a Mikaela xent??? #PARTIU. Ta bom, eu entendo a vontade dos senhorios de me ver a 7 palmos por não aparecer por aqui e eu não vou ousar falar mais desculpas - mesmo que verdadeiras - porque senão ninguém irá no meu funeral. )':
Para aqueles que são mutchos pacientes comigo e gostam desse espacinho na blogosfera para caralhow eu vim aqui hoje fazer uma resenha de um livro bastante comentado nos últimos tempos que é o "A culpa é das estrelas" de John Green. Já me perdoaram para eu poder resenhar?? Então bora lá!
 Sinopse (skoob): A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.
A minha história com esse livro foi um tantinho incomum, sabe porque? Eu não tinha vontade nenhuma de lê-lo! Todo mundo comentava, postava fotos e passou pela minha cabeça que ele fosse só mais uma modinha mascarada. Então, um dia, terminei de ler o último livro daqui de casa que eu não havia lido e pirei - e quando digo pirei, quero dizer dei a louca mesmo! NÃO TINHA MAIS LIVRO PARA EU LER GENTEEEE! Tem condição isso? Não tem. Aí o que a linda fez? Pediu livros emprestados dazamigas, é claro. Eu iria pegar "As vantagens de ser invisível" mas acabou que foi um rolo geral porque ele estava emprestado e tal e aí me rendi a esse e me surpreendeu da melhor forma que podia <3
 O melhor do livro é que retrata tudo de uma forma única, nem tudo é só doença, ou só drama, ou só romance, é tudo mesclado e narrada de uma forma em que tudo se equilibra sabe? Tudo armado para não te deixar parar de ler de jeito nenhum!
É tudo muito bem contruído, até mesmo o romance que vai surgindo passo por passo, nada de amor de um dia para o outro sabe? Um livro em que as páginas correm na sua mente e em uma piscadela você já termina - também né, com uma leitura gostosa e leve como essa....
Eu não poderia deixar de acrescentar - como sempre - que a diagramação é ótima e a capa é um amor, digna de post no insta!
Recomendo o livro para todos que curtem uma leitura prazerosa e diferenciada sobre uma história com um romance conflitante e que vai te fazer arfar, sorrir, perder o fôlego e derramar muitas lágrimas.

"(…) Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa; existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjuntos ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros... Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto infinito. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter”

Ps - estou lendo outras obras do autor e são tão dignas quantos, quem sabe rolam mais resenhas por aqui...

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Resenha de filme: MAMA

Postado por Mikaela Gonçalves às 11:49 0 comentários
Não recomendado para menores de 14 anos
Sinopse (adorocinema): Quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas, as crianças fogem assustadas para uma floresta. Durante cinco anos, ninguém tem notícia do paradeiro delas, até o dia em que elas reaparecerem, sem explicarem como sobreviveram sozinhas. Os tios das duas, Lucas (Nikolaj Coster-Waldau) e Annabel (Jessica Chastain) adotam Victoria e Lilly e tentam dar uma vida tranquila às duas, mas logo eles percebem que existe algo errado. As duas conversam frequentemente com uma entidade invisível, que chamam de "Mama". Lucas e Annabel não sabem se acreditam nas meninas, ou se devem culpá-las pelos estranhos acontecimentos na casa. 

Já adianto que esperava muito mais do filme e foi tudo um pouco decepcionante. Não vou dizer que o filme é um desastre porque seria muito errônio, é um bom filme para assistir numa tarde fria ou numa noite sozinho ou com amigos em casa. Não me deu nem sequer um sustinho mas convenhamos que sou beeeeeeem difícil nesse aspecto hahaha. Acredito que uma pessoa normal, ao assistir Mama, dê alguns pulinhos de medo ora ou outra. 

O filme tem alguns erros sem pé nem cabeça, como por exemplo o acidente de carro que ocorre com o pai e as meninas logo no início do filme. Assim que caem na beira da estrada eles largam uma boa marca de freada abrupta para trás, daí vem mais algumas cenas e corta para 5 anos depois onde o tio das garotas passou todo o tempo buscando o paradeiro das meninas. ISSO MESMO! 5 ANOS! E isso porque o carro caiu logo na beira da estrada deixando vestígios.

Se você analisar bem, a história do longa tem lá seus defeitos mas é uma história criativa que - na minha humilde opinião - deveria ter sido melhor contruída. O filme também possui apectos geniais, como a fidelidade na hora de representar as meninas que conviveram 5 anos sozinhas (estavam com o espírito mas...) e foram encontradas iguais selvagens e somente Victoria, a mais velha, conseguia falar algo.

As duas meninas atuam muito bem no filme, arrisco dizer que a atuação delas foi melhor que a de qualquer adulto do elenco. Interpretação impecável, fiquei impressionada pelo fato de serem tão novinhas e já atuando como grandes atrizes. 

Os efeitos especiais estão legaizinhos (?) HAHA. Os efeitos escurecidos na parede, as sombras e vultos estão bem realistas, mas o que matou mesmo foi a própria MAMA. Eu esperava uma figura de provocar ataques cardíacos e na verdade ela era tão estranha e disforme que eu simplesmente gargalhava quando ela aparecia.

Como disse, relevando alguns aspectos, considero um bom filme para assistir uma ou duas vezes, de preferência a noite para dar um up no medinho! Indico para quem tiver coragem - não precisa ser muita - e tiver se interessado pela história.

 

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